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sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Top 10: Dia do Sexo

Como não podíamos deixar este dia passar em branco, resolvemos trazer um convidado especial para fazer uma playlist digna deste 6/9. Ok, a gente sabe que certamente todos vocês tem uma hot list ai no gatilho, e pensando nisso resolvemos trazer um top mais alternativo para que possas renovar a tua playlist, afinal, não é à toa que esse blog se chama Cool Hunting Belém.

Chega de enrolar, né? A seleção especial para o Dia do Sexo foi feita pelo Wagner Cardoso, que pra quem não sabe é o criador de uma das páginas de maior sucesso no Facebook, a Cantadas de Indie. A fanpage ultrapassa as 65 mil curtidas e todo dia traz dicas de cantadas que envolvem grandes hits musicais. Se ainda estás sem companhia para comemorar o dia de hoje, vale a pena dar uma passadinha por lá e aplicar uma das cantadas. Com o Brandon Flowers, vocalista do Killers, funcionou!





Agora chega de enrolar, prepara toda a tua sensual seduction e manda a ver!

10 – Pra começar, uma das melhores músicas do Arctic Monkeys. “In my imagination you're waiting lying on your side, with your hands between your thighs”. Imaginar uma situação dessa, quem nunca?





09 - O nome da canção é auto-explicativo. Uma mulher submissa faz parte da fantasia de todo homem.





08 - Rhye é uma daquelas bandas maravilhosas que ninguém conhece. E eles só fazem fuckmusic. Escolhi essa faixa só porque é a mais convidativa: “Make love to me one more time before you go away...” Pra ter o clima ideal pra uma noite de amor, é só colocar o álbum deles pra tocar. #ficaadica





07 - Josh Homme exala testosterona e é capaz de levar suas fãs ao orgasmo com um piscar de olhos. E quando ele resolve dizer que quer fazer aquilo então... As mina pira. 





06 – Outro craque na nobre arte de compor fuckmusic é o The Weeknd. O R&B aliado à sedutora voz do rapaz é uma combinação perfeita. “I'mma touch you right (let me sip this slow), I'mma touch you right (let me get inside my zone)”.  Outra frase marcante dessa canção fica por conta da participação especial do Drake: “Sit yo sexy ass on that couch. Wipe that lipstick off of your mouth, I take it slow, she in love with my crew…”. Sem mais. 





05 – As letras do The xx não são tão provocativas, mas o instrumental minimalista e os sussurros do casal de vocalistas nos fazem imaginar que estão cantando durante uma noite de amor.




04 – Essa é um clássico moderno das fuckmusic e não deve ficar de fora de nenhuma lista.





03 – The Weeknd é tão fodão que merece ter outra música nessa lista. Dessa vez, como um homem solitário pedindo pra ser amado mesmo que de mentira: “So tell me you love me only for tonight, only for tonight, even though you don't love me”. Profundo.





02 – Talvez o maior clássico das músicas pra fazer coisinhas no escuro e ainda com um toque de S&M.





01 – A soma “Sexo + Tesão” já é incrível, mas quando é “Sexo + Amor” é perfeita, por isso o primeiro lugar fica com a apaixonadíssima Beyoncé. “We ain't got nothing without love. Darling, you got enough for the both of us. So come on, baby, make love to me”. Lindo.



E aí? Já tinhas alguma dessas na tua lista? Então acrescenta logo!
O Wagner fez a lista dele, mas também queremos saber da sua. Qual música é a tua trilha sonora para o Dia do Sexo?

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Do sofá para a TL

O dia-a-dia da chamada Geração 2.0 está diretamente ligado à conectividade, interação e agilidade. Todo tipo de assunto vira pauta e todos podem comentar. Por consequência disso, os aspectos da cultura digital foram reinventando e incrementando antigos hábitos da população.



Que atire a primeira pedra aquele que nunca comentou sobre alguma programação da TV nas redes sociais, principalmente no Twitter. Seja sobre o que está acontecendo ou devia acontecer na novela, aquele pênalti não marcado ou até mesmo reclamando de quem fala de novela e futebol nas redes sociais. As novelas das 9, que aliás, são uma velha paixão do povo brasileiro, dão o que falar no microblog, bastar estar online no horário nobre para se deparar com inúmeros comentários sobre o novo bordão de Félix, ou outro acontecimento sem pé nem cabeça que quase sempre vai parar nos Treedings Topics


Esse fenômeno atual é tão perceptível que já demonstra a sua importância, tanto que vira e mexe se torna tema de estudos. O estudante do 6º semestre de Comunicação Social - Jornalismo, Carlos Fernando Pinheiro, é usuário assíduo das redes sociais, e por ser apaixonado por futebol também costuma tecer seus comentários sobre os jogos em seu Twitter, além de achar que por ter acesso à outras pessoas que falam sobre o mesmo tema, consegue fugir dos comentários tendenciosos que os narradores das grandes emissoras realizam durante as partidas

Carlos decidiu não apenas ser mais um que faz uso das novas mídias e resolveu escrever sobre. Ele justifica o seu interesse "Resolvi estudar este tema, primeiramente, porque gosto demais tanto de futebol, quanto de Twitter. Também quis entender o motivo de ter tanta gente acompanhando, e um dos principais motivos citados foi o mesmo que o meu. Além do bom humor dos twitteiros e o respeito com o comentário das pessoas, é claro que sempre existem loucos, mas a maioria respeita. Consegui entender o motivo de ser tão fascinante acompanhar uma partida de futebol pelo Twitter".



As duas últimas novelas do horário nobre representam muito bem essa tendência: Avenida Brasil foi aclamada pelos internautas. Os passos de Nina, Carminha e companhia dominavam a timeline todas as noites, as falas da novela viraram épicos no site, vide "Me serve vadia, me serve" e o tão famoso #OiOiOi que é lembrado pelos fãs até hoje.


Já Salve Jorge, a sucessora de Avenida Brasil, foi recebida com certa hostilidade. Diariamente blogueiros influentes encabeçavam um grupo online que foi chamado pela própria autora de "bonde do recalque". Todos os passos dos personagens eram satirizados na seção quase semanal "Encontre o erro" do blog Morri de Sunga Branca, inclusive ganhando apelidos nada carinhosos dos internautas (Theo por exemplo, virou Phastheo). A autora bem que tentou se defender, dizendo que esse grupo "não sabia voar", mas acabou colocando mais lenha na fogueira, o último capítulo da novela ganhou a hastag #ultimovoô e foi acompanhado de perto pelos twitteiros fieis .



Seja falando sobre novela ou futebol, o que percebemos hoje é que cada vez menos identificamos aquele telespectador calado e passivo que a TV estava acostumada. Para o professor de Comunicação Social, Pedro Bragança (Pedrox) este novo momento dos telespectadores "É a forma que as pessoas tem de ampliarem o sofá de casa. O que antes faziam entre amigos ou parentes reunidos expandiu para uma sociabilização sem fronteiras geográficas/espaciais. Você conversa com gente que está fazendo a mesma coisa que você em qualquer lugar do Brasil ou do Mundo graças à segunda tela."

Se você costuma comentar sobre a novela ou o jogo de futebol, percebeu que não está sozinho, agora se és do time que fica incomodado com a narração que as pessoas fazem na timeline, o jeito é ficar offline.

Laura Quaresma

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Nem foto nem gif, é cinemagraphs

A fotografia é uma prática que encanta e atrai à todos, independente da idade. E eu, particularmente a considero o hobby do século 21. A partir disso, surgiram os gifs, como expressões curtas de momentos engraçados, românticos, fofos...enfim, inesquecíveis. Os quais uma foto não conseguiria traduzir da mesma forma. E hoje eles são uma grande febre, ou vai dizer que você nunca ouviu falar do tumblr Como eu me sinto quando?

Só que alguém decidiu ir além, ou melhor, unir essas duas coisas de maneira inédita. E adivinha? Sim, mais uma vez os americanos sambando na cara da sociedade. Jamie Beck, é uma renomada fotógrafa, que com a ajuda do webdesigner Kevin Burg, desenvolveu uma técnica para fotografias em movimento: a cinemagraphs. A técnica criada pelos novaiorquinos é uma espécie de gifs transformados em fotos vivas.


Unindo fotografia e o modelo utilizado nos gifs, Jamie traz a sensação de “parei no tempo” com o movimento de alguns detalhes da imagem. Incrivelmente sutil, cada fotografia impacta e toca de maneira única.







Para ver um pouco mais dessa nova técnica dá uma passadinha no Foto Movimento.

Caio Vieira

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Fã-Clubes: FCs Brasileiros




E para fechar a série da matérias sobre fã-clubes, vamos falar um pouco sobre os fãs brasileiros.

A maioria possui nomes com a terminação “etes” que seria um “abrasileiramento” de “est”, a abreviação da palavra em inglês “best” (que siginifica “melhor”). Então, fã-clubes como Luanetes e Neymarzetes, seriam jogos de palavras com o nome da celebridade, e assim significariam mais ou menos: “Luan o melhor” e “Neymar o melhor”.



Os fãs de artistas brasileiros, possuem o seu ídolo bem mais próximo e contam com uma maior divulgação nas mídias sociais (dependendo do artista, claro), em relação aos fãs de artistas internacionais. E a maior vantagem é um número de shows que é bem maior, para a alegria dos fãs.

Uma das desvantagens é que como o Brasil é grande, a organização entre as fãs de diversos estados do país tem que se dar via Internet. Porém dependendo da força de vontade das fãs elas conseguem realizar projetos incríveis para homenagear seu artista.




Um exemplo são os projetos realizados pelas Luanetes, onde com grande organização já chegaram a colocar um outdoor como uma mensagem para homenagear o artista na Bahia, e as Luanetes de Londrina, sempre organizam uma passeata para homenageá-lo no dia do seu aniversário.

Elas são as mais organizadas fora da Internet que encontrei, os outros em sua maioria realizam homenagens apenas via redes sociais. Na minha opinião, enquanto fazia a pesquisa pela coleta de dados sobre os fãs daqui do Brasil, observei que alguns deixam de se manifestar, pois sentem receio diante das muitas ofensas de outras pessoas de fora, que não procuram entender ou respeitar.

Bom, essa foi a última matéria sobre fã-clubes. Para uma maioria pode ser um assunto fútil, mas a grande organização que é encontrada em alguns fã-clubes via Internet, que é um campo grande e bombardeado por várias notícias a todo o momento, também é tendência. É tendência pelo simples ato de tentar exercer o seu direito de gostar, apoiar e se encantar com algo ou alguém que lhe sirva de exemplo, inspiração ou alegria.


“O medo é um preconceito dos nervos. E um preconceito, desfaz-se, basta a simples reflexão.”


Machado de Assis
Olga Santos

terça-feira, 18 de junho de 2013

Vem pra rua!

Muitos ainda se perguntam o sentido de uma manifestação em um país tão corrupto (que por vezes se mostrou não ter mais jeito), e muita gente ainda se pergunta se vai valer a pena mesmo ir às ruas e mostrar que o povo tem voz. Pois bem, se você ainda tem dúvidas, a resposta tem sido dada, gritada e cantada pelas avenidas de várias capitais do Brasil, e em Belém não foi diferente. 

Foto: Andrezza Borges

O gigante acordou!  Não só acordou como também alterou seu status de "Deitado eternamente em berço esplendido" para "Verás que um filho teu não foge à luta!”.


Acompanhando o entusiasmo paulista, os belenenses foram às ruas na tarde de ontem (17) mostrar toda sua insatisfação diante de TODAS as realidades que estão inseridos. Seja com relação ao transporte público, seja a respeito da PEC 37, os movimentos iniciados no Rio Grande do Sul, em São Paulo e no Rio de Janeiro serviram como exemplo e ação viralizante, convocando todos para irem às ruas caminhar e protestar contra o que estava entalado há muito tempo no peito dos brasileiros, e não, não é o grito de hexacampeão da Copa do Mundo. Ontem, a Avenida Almirante Barroso parou, e diferente dos outros dias, a avenida parou por uma boa causa: pela marcha dos manifestantes que de forma totalmente pacífica mostraram que queriam ser ouvidos.

Avenida Almirante Barroso. Foto: Ezequias Nascimento

A grande verdade é que, até mesmo quem não participou, se emocionou ao assistir a este movimento popular. Até porque a questão vai muito além do direito ou não de levantar uma bandeira em um manifesto, vem de uma necessidade do povo de ter um movimento pra chamar de seu, onde o maior apoio veio de suas pernas, braços e garganta, deixando de lado os partidos políticos e se tornando um manifesto do povo. 





É, nós sabemos que você já leu e releu inúmeras matérias noticiando este fato histórico, mas nós, que nos propomos a falar de tendências, não poderíamos deixar passar em branco este momento, que a cada dia nos mostra que ficar calado ficou para trás e se fazer ouvir é tendência!

Ah, vale ressaltar que esse foi só o começo, pois mais protestos estão programados na cidade de Belém para esta semana, com locais, horários e pautas à definir. O importante é que o ponta-pé foi dado. 

E você? Vai continuar aí do outro lado da tela, inerte, ou também vai pra rua?


Foto: Andrezza Borges

Caio Vieira

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Renata Caraih, muito além de Salve Job

Quem curtiu Salve Job durante o período de exibição da novela Salve Jorge certamente deve se lembrar da famosa descrição "A novela que conta a história de uma Designer que vai para a Turquia com o sonho de ganhar bem e ser reconhecida, mas que ao chegar lá, é forçada a se "prostituir" criando "LOGOMARCAS" por $10!". A novela publicitária Salve Job rendeu visibilidade e reconhecimento para a designer Renata Caraih, de 26 anos, que confessa que a novela publicitária é baseada no cotidiano dela mesma na empresa onde trabalha, no Rio de Janeiro.  Tudo começou com atualizações bem humoradas em seu perfil pessoal, mas que graças as indicações de amigos e colegas de agência, transformou-se na página que até agora conta com mais de 41 mil curtidas. Diga-se de passagem que a própria autora Glória Perez apoiou a iniciativa. No entanto, independente da novela publicitária, qual é a história da garota que foi para o Rio com R$ 200 no bolso disposta a mudar seu mundo e o que podemos aprender com ela?

Nascida nos anos 80, onde a música eletrônica ganhara identidade, onde a cultura pop foi tão fortemente disseminada e onde surgiram Madonna e Cindy Lauper, era de se esperar que Renata não seria uma criança como as outras, e não foi. Na infância ela brincava de se tatuar, ouvia grunge entra outras coisas. Um pouco mais tarde fora vítima de bullying, fato que lhe deixou marcas profundas, mas que estão sendo apagadas. Então, em meio a experiências, descobertas e desilusões, Renata se vê em um caminho onde a música era sua única companhia segura.

No período em que terminou o colégio e via na música seu único porto seguro, seu pai pagara um curso que lhe auxiliasse em seus trabalhos com serigrafia, especialmente na arte. Foi ai que Renata começou a se interessar mais pela arte, especialmente pelo design. Ela então fez uma prova para ingressar na escola técnica, onde tirou o primeiro lugar. Durante o curso de design, constatou que aquele era mesmo o seu lugar, e desde então começou a profissionalizar seu trabalho. Inicialmente foi com a serigrafia ensinada pelo pai, depois vieram os cartazes para festas de rock onde seu pagamento geralmente era a entrada e daí em diante vieram as agências, o marketing político e o design de interfaces onde ela já teve clientes como Cervejaria Cerpa, Diário do Pará, FMC Technologies e Armco Staco. Em sua arte, Renata utiliza vários recursos. Um dos mais especiais é o desenho, onde ela tem a possibilidade de criar e recriar o seu mundo e o mundo do cliente.


Identidade gráfica para a banda paraense Zeromou

Renata é a criatividade, dedicação e o ritual de ano novo em pessoa. Aos 26 anos, a jovem nascida no Rio de Janeiro com alma paraense retornou a sua terra natal para mudar de vida. A transformação começou quando ao sair do Pará, deixou para trás sua vida de filha caçula para ser uma mulher independente em um estado onde teve de batalhar para conseguir seu lugar. Renata conseguiu e agora está voltando. 

Ao longo da entrevista ela revelou que passou quase a vida toda achando que estava no lugar errado e ao sair de lá, descobriu que estava no lugar certo. Ela também afirma que é fundamental ser simples, grata e reconhecer a importância das pessoas que estão ao seu lado. Afinal, ninguém entra na vida de ninguém sem propósito. Atualmente ela faz parte da equipe da Grande Comunicação e está com seus projetos pessoais a pleno vapor; além disso é derby girl, baterista e não abandona por nada aquilo que ama.



Nanquim Skywalker é o nome pelo qual Renata é conhecida na  liga de Roller Derby em que faz parte, as SLDG (Sugar Loathe Derby Girl)

priori, imagina-se que a história que acabou de ser contada é uma história qualquer. Mas vale lembrar que são atitudes corajosas e destemidas como as de Renata, que não tem  medo de mudanças, que nos mostram que ainda há lugar para a originalidade e o recomeço em uma sociedade onde tudo parece pré determinado. Renata não teve medo de mexer em seus traumas e medos para sobreviver e tornar-se mais forte, ela também não se limita. Certamente é por isso que sua melhor amiga, Monique Malcher, diz que Renata é o ano novo em pessoa. Sempre com novos projetos novos planos. Esta matéria foi produzida com o intuito de dizer que tendência mesmo é conhecer e revolucionar seu próprio mundo, sua vida.




segunda-feira, 6 de maio de 2013

Pscicodélico e independente

Há 20 anos,um repórter fez a seguinte pergunta aos integrantes da banda  Sonic Youth : "People see rock and roll as youth culture,and when youth culture becomes monopolised by big business, what are the youth to do? " (As pessoas veem rock'n roll como cultura jovem,e quando a cultura jovem se torna monopolizada pelas grandes corporações,o que a juventude faz?), bem, logo os jovens da época mostraram que o jeito era fazer você mesmo, mostraram que sozinhos podiam criar algo legal e de qualidade sem a vigilância e os limites impostos por grandes empresas. 

Cada vez mais, percebemos bandas surgindo de maneira orgânica, isto é, sem todas aquelas fórmulas empresariais e estatísticas das boybands. Estas bandas, diferentemente daquelas de 20, 30 e 40 anos atrás, usufruem de uma vantagem gritante: a internet. Esta ferramenta, atualmente, é tudo na carreira dessas bandas emergentes, desde a distribuição das musicas até a divulgação das datas dos shows.

Um ótimo exemplo disso são os garotos da Zeromou. A banda belenense surgiu em 2011 e recebe influências do rock psicodélico tanto de clássicos como o Pink Floyd quanto do recente Tame Impala, banda australiana formada em 2007. 


Daniel Kahwage (guitarra) , Marcos Capeta (bateria) , Mateus Pratagy (baixo e vocal) Lucas Ferreia (teclados e guitarra)  (Foto:Isabella Moraes)

Com a recente repercussão que estão tendo na Internet, a banda tem sido convidada a fazer shows e participar de festivais, como o do último dia 28, onde fecharam a série de shows independentes do C Rock, que aconteceu no teatro Gasômetro.

Sempre priorizando as músicas de próprio cunho, a Zeromou lançou recentemente seu primeiro EP virtual e dispôs na íntegra para download. Com algumas peculiaridades em suas apresentações (um guitarrista tocando de cueca e o outro com um óculos de natação, e o vocalista com seu microfone retrô, por exemplo) a banda interagiu e conquistou aos poucos o público que assistia.





Os próximos passos da banda? Eles foram convidados pelo próprio produtor do festival Se Rasgum, e irão tocar na comemoração de 10 anos do festival e, de quebra, abrir o show da banda Suzana Flag, que estará celebrando os 10 anos do seu primeiro álbum  e será dia 10 (sexta agora!) no Café com Arte.


Quer saber mais sobre a banda? Então confere um pouco do que vai rolar nesta sexta no Café:





por Isabella Moraes